A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) é uma abordagem não patológica. Seu foco não está nos "comportamentos-problema", sintomas ou diagnósticos psicológicos. Muito mais do que alterar a topografia dos comportamentos, busca aprofundar-se nas funções destes (pense em um Iceberg: a parte visível é análoga à topografia dos nossos comportamentos, ou seja, é apenas a manifestação observável de algo que está "abaixo", que faz parte do mundo "submerso").
Um dos seus princípios é que nenhuma ação, nenhum pensamento, nenhuma emoção é o problema, mas o problema está em tomá-los como um problema. Ou seja, ao tomarmos estas experiências como um problema, tendemos a nos comportar de forma automática e rígida na tentativa de eliminar, controlar, ou fugir delas, o que é impossível (é o mesmo que correr da própria sombra). Sendo assim, a ACT prioriza uma relação consciente e flexível com tais experiências: tomarmos nossos pensamentos, sentimentos, comportamentos como companhias, sendo elas agradáveis ou não. Esta postura de estar em contato com ao invés de esquivar-se de possibilita-nos sermos os responsáveis pelas nossas vidas no lugar de sermos controlados por nossas experiências difíceis.
Em resumo: Aceitação para reconhecer as experiências COMO elas são, e Compromisso para agir de acordo com valores pessoais (VERDADEIRO EU).
Além de especialista em Terapia de Aceitação e Compromisso, também tenho formação em Terapia Cognitivo-comportamental e em Equilíbrio Alimentar com enfoque nas Terapias Contextuais.
Psicóloga de formação desde 2018 que busca cada vez mais (auto)conhecimento. Ao longo desses anos, com o amadurecimento, percebi que a teoria apenas tem valor quando vivida. Experiências de vida me mostraram que conhecer não é o mesmo que saber.
Minha jornada de autoconhecimento não acontece apenas na psicoterapia pessoal, mas principalmente fora dela. E isso quer dizer que quanto mais em contato com o nosso VERDADEIRO EU, melhor fazemos as nossas escolhas e os direcionamentos das nossas vidas. Precisei, e preciso continuamente, entrar em contato com as Bárbaras anteriores à “psicóloga de 2018”, as que me acompanham e as que ainda quero conquistar.
Aspiro ser uma figura de cuidado, acolhimento, compreensão, mesmo que fisicamente distante das pessoas – aspectos inerentes ao psicoterapeuta e não exclusivos do formato presencial. Desta forma, a relação terapêutica é a base de sustentação e de mudança no processo psicoterapêutico.
A ACT tem me ajudado a não só implementar ferramentas de trabalho mas a viver os processos do seu modelo de flexibilidade psicológica (inclusive foi este modo de viver que me auxiliou na tomada de decisão da mudança de vida, de país, de formato de atuação profissional...).
(ansiedade, depressão, raiva, vergonha, culpa; autocobrança excessiva; impulsividade, comportamentos do exagero - compras; drogas; álcool; jogos, etc. - ou inação...)
Saiba Mais(relações de trabalho; procrastinação das tarefas; auto-responsabilização excessiva; escolha e/ou indecisão vocacional...)
Saiba Mais(familiares, conjugais, sociais; desconfiança, ciúmes, subjugamento/controle; dependência emocional; história de abuso, dificuldade em cultivar intimidade...)
Saiba Mais(distorção de imagem, insatisfação corporal; restrição e/ou compulsão alimentar; transtornos alimentares e de imagem...)
Saiba Mais(condições gerais de saúde, crônicas ou não, alguns exemplos: hipertensão, diabetes, câncer; insônia; perda de memória; lesão ou perda de membros...)
Saiba Mais(perdas importantes ao longo da vida, tanto de pessoas quanto de animais, e de experiências esperadas ou não dentro do marco da vida, como aposentadoria, ou qualquer outro acontecimento importante que seja sentido como corte, impedimento...)
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