Eu, a Terapia de Aceitação e Compromisso e a Couve Portuguesa
A psicologia, assim como a filosofia, não podem ficar na razão, nos conceitos, nas explicações. Têm que ser vividas.
Eis que compartilho a minha experiência filosófica ou “ACT” com a Couve Portuguesa:
O que eu aprendi com a couve portuguesa enquanto a despencava e a lavava
É dura. Vem suja. Há que lavar. E lavar, lavar. Talvez, ainda mais algumas vezes. Tirar folha por folha: as de fora são grotescas! as de dentro, fofas tanto na textura quanto na aparência.
P.S.: “Bom” não é sinônimo de prazer. “Bom” é justo, é vital, e, muitas vezes, é sinônimo de esforço, desconforto. Em termos da ACT: “bom” quando vivido de forma justa e vital é sinônimo de Processo Valoroso, Ação Comprometida. Neste meu recorte com a couve, o “bom” foi sinônimo de: saúde; escolhas alimentares de qualidade.