ACT na Vida Real

O normal do ser humano é o amor

No dia dos namorados, e em todos os dias de todas as formas de relação: vamos VIVER o amor? Falar, pensar, conceituar sobre não é suficiente.

Cada vez que estudo o ser humano na experiência viva, o que inclui também meu autoestudo, o amor se revela como a única verdade, a única fonte, o único início e o único fim.
O normal do ser humano é o amor, a conexão, a felicidade.
O que nos faz ir na contramão e normalizar o anormal: ódio, desconexão, sofrimento?

Olhe para a qualidade das suas ações no dia a dia: como se dirige ao trabalho, como lava a louça, como dá banho ao filho, como cozinha, como toma banho, como paga as contas, como pensa, como interage…?
O que há por trás do ato observável? Temos duas opções: ou amor ou ódio.
Mesmo que nossas ações observáveis sejam amorosas esteticamente, podem ser destrutivas na essência.

Aproveito esse dia cheio de declarações para refletirmos sobre amor (ou um dia de sofrimento por não ter declarações… nada mais humano: ou sofremos porque temos, ou sofremos porque não temos!).

Ter amor não é uma escolha, basta apenas se reconhecer como humano.
Dar amor não é uma escolha, é apenas se reconhecer como humano.
Ser humano é ser amor.

Amor não é paixão. Amor não é romance.
Amor não se conceitua.
Se vive.
Amor não se busca.
Abre-se ao amor.